Diário Catarinense - Os trabalhadores da prefeitura de Florianópolis decidiram em assembleia na tarde desta quinta-feira (19) no centro da Capital, entrar em estado de greve. Os serviços públicos continuam sendo executados normalmente pelo menos até o dia 31 de outubro, quando os servidores se reúnem novamente. Segundo o sindicato da categoria (Sintrasem), entre os motivos que levaram ao protesto, está a falta de depósitos por parte do Executivo ao fundo previdenciário, reserva que garante a aposentadoria de cerca de 10 mil servidores.

O gerente executivo substituto do INSS em Campina Grande, Renato Morais, comentou sobre o mutirão que está sendo realizado desde o ano passado no sentido de fiscalizar os benefícios concedidos e destacou que hoje os números apontam para mais de 70% de benefícios como auxílio doença cancelados. Ele afirmou que o mutirão não tem previsão de término e adiantou que o trabalho deve ser estendido até o primeiro semestre de 2018.

Diário Catarinense - Documento assinado pelos presidentes dos conselhos de Administração e Fiscal do Regime Próprio de Previdência dos Servidores Públicos de Florianópolis, com data de 28 de setembro, demonstra que a prática de descontar o percentual de previdência social dos funcionários sem o devido repasse não é comum somente na iniciativa privada.