Carlos Pinto - O governo do senhor Temer insiste na aprovação desse monstrengo a que deram o nome de reforma da Previdência. E o interessante neste episódio, é verificar quantos sofistas fazem parte dessa camarilha governamental. Tergiversam sobre a verdade na tentativa de transformar uma mentira na verdade que lhes interessa. Já listei aqui, em comentários anteriores, o quanto a Previdência foi sangrada pelo governo federal, transformada que foi no banco patrocinador de várias obras monumentais.

Por Paulo Pereira da Silva - Nosso País vem enfrentando sérios problemas, frutos de equívocos cometidos ao longo dos anos. E as consequências estão aí: juros altos, crédito caro, falta de investimentos no setor produtivo, baixo consumo, mais de 12 milhões de desempregados, crianças e jovens fora das escolas, falta de moradias. E setores vitais para que qualquer País do mundo se desenvolva plenamente, como educação e saúde, por exemplo, seguem por aqui sem a devida atenção daqueles que detêm o poder.

Por Plínio Sarti - Como os governantes brasileiros não estabelecem macro políticas públicas para assegurar condições dignas aos aposentados, pensionistas e idosos, um dos mecanismos para enfrentar a situação de desamparo, é realizar ações que amortizem os impactos do custo de vida por meio de decisões nas esferas municipais e estaduais.

Por João Carlos Juruna Gonçalves – Que a economia tem dado tímidas mostras de recuperação é fato. O desemprego, por exemplo, caiu de quase 14,5 milhões de desempregados para cerca de 13,2 milhões nos últimos meses. Uma recuperação fraca e lenta, mas é sempre uma recuperação. Os juros, apesar de uma sequência de nove reduções “conta gotas”, continuam elevados ante um cenário econômico estagnado, com uma taxa de desemprego ainda assustadora, produção e consumo que reagem vagarosamente e, ainda, a desconfiança e a incerteza que se fazem presentes na vida de milhões de brasileiros, principalmente aqueles de menor renda.

Por Altamiro Borges - O relatório elaborado pelo senador Hélio José (Pros-DF), que tem 253 páginas e será enviado ao plenário da Casa para votação até 6 de novembro, afirma que o sistema previdenciário, que faz parte da seguridade social, é superavitário. Ele ainda aponta os verdadeiros gargalos que precisam ser enfrentados de imediato, como as fraudes e a sonegação, e faz críticas à proposta de reforma do setor apresentada por Michel Temer, que na prática significa o fim da aposentadoria dos brasileiros.

Por Paulo Pereira da Silva - Apesar de toda a pressão exercida pela Força Sindical e pelas demais centrais sindicais, e do apelo de trabalhadores, empresários e toda a sociedade brasileira por juros mais amenos, a taxa Selic, mesmo após nove reduções consecutivas, chegando a 7,50% a. a., continua elevada e emperrando o crescimento econômico do País.

Por Paulo Pereira da Silva - As desigualdades existentes no Brasil de hoje saltam aos olhos! A injustiça social e econômica que a grande maioria da população brasileira vivencia mantêm milhões de crianças fora dos bancos escolares, dificulta o acesso de grande parte do povo à saúde, a moradias dignas, ao transporte, à infraestrutura, a lazer, à alimentação adequada, a empregos de qualidade.

Por Paulo Pereira da Silva - O Brasil, sabidamente, atravessa um período bastante conturbado. E todos nós, sindicatos, federações, confederações, centrais sindicais, trabalhadores e setores organizados da sociedade, temos de participar ativamente desta luta para que o País reencontre o seu eixo assumindo a responsabilidade de nos fazer ouvir no âmbito das grandes questões em nível nacional. E para que, unidos e mobilizados, pressionemos a quem de direito para que nossa economia dê uma guinada radical, para melhor, em seu desempenho. Este compromisso, sem dúvidas, é nosso!

Antônio Augusto de Queiroz, Diap - Após defender a reforma da previdência exclusivamente pelo aspecto fiscal, alegando a existência de “déficits”, insustentabilidade do sistema e necessidade de cumprimento do novo regime fiscal (EC 95), o governo agora trabalha uma nova narrativa, que consiste, de um lado, em denunciar supostos privilégios, especialmente dos servidores públicos, e, de outro, afirmar que a reforma irá contribuir para reduzir as desigualdades de renda no Brasil.