Por Paulo Pereira da Silva - As desigualdades existentes no Brasil de hoje saltam aos olhos! A injustiça social e econômica que a grande maioria da população brasileira vivencia mantêm milhões de crianças fora dos bancos escolares, dificulta o acesso de grande parte do povo à saúde, a moradias dignas, ao transporte, à infraestrutura, a lazer, à alimentação adequada, a empregos de qualidade.

Por Paulo Pereira da Silva - O Brasil, sabidamente, atravessa um período bastante conturbado. E todos nós, sindicatos, federações, confederações, centrais sindicais, trabalhadores e setores organizados da sociedade, temos de participar ativamente desta luta para que o País reencontre o seu eixo assumindo a responsabilidade de nos fazer ouvir no âmbito das grandes questões em nível nacional. E para que, unidos e mobilizados, pressionemos a quem de direito para que nossa economia dê uma guinada radical, para melhor, em seu desempenho. Este compromisso, sem dúvidas, é nosso!

Antônio Augusto de Queiroz, Diap - Após defender a reforma da previdência exclusivamente pelo aspecto fiscal, alegando a existência de “déficits”, insustentabilidade do sistema e necessidade de cumprimento do novo regime fiscal (EC 95), o governo agora trabalha uma nova narrativa, que consiste, de um lado, em denunciar supostos privilégios, especialmente dos servidores públicos, e, de outro, afirmar que a reforma irá contribuir para reduzir as desigualdades de renda no Brasil.

Josué Vidal Pereira - A reforma da Previdência constitui-se num daqueles temas que muito se fala, mas pouco se entende. Da parte do Governo Federal observa-se um esforço fenomenal por meio de altíssimos gastos com publicidade para convencer os trabalhadores acerca da necessidade de dificultar seu acesso aos benefícios ou reduzir supostos “privilégios” de certos grupos, sob o argumento de que o atual modelo previdenciário não é sustentável no longo prazo.

Por Paulo Pereira da Silva - As últimas reduções da taxa básica de juros (Selic) promovidas pelo Copom (Comitê de Política Monetária), após uma sequência interminável de aumentos e, depois, de manutenções da mesma em patamares de 14,15% ao ano, já conseguiram fazer com que a economia reagisse e, apesar de lentamente, os empregos começassem a ressurgir.

João Carlos Gonçalves, (Juruna) - A taxa de desemprego no Brasil, que recentemente atingiu a casa dos 14 milhões de trabalhadores, vem apresentando, ultimamente, uma pequena melhora. Notícia animadora, mas ainda insuficiente para atender a altíssima demanda de desempregados trazida pela crise econômica. E esta lenta recuperação favorece, principalmente, trabalhadores homens e pessoas melhor qualificadas. Os trabalhadores menos instruídos mal sentiram qualquer avanço.

Paulo Pereira da Silva - Sindicato é um conjunto de pessoas de um mesmo setor de atividade, ou categoria, que tem por objetivos principais a defesa dos interesses desse conjunto de trabalhadores e a organização de paralisações e outros eventos voltados à conquista de melhores salários, condições e ambientes de trabalho decentes e seguros.

Por Paulo Pereira da Silva - O movimento sindical, por meio de seus sindicatos, suas federações, confederações e centrais sindicais, vêm, ao longo dos anos, erguendo bandeiras de lutas que dizem respeito aos trabalhadores de todo o País, e de todas as categorias, contra a retirada de direitos, por uma queda expressiva da taxa básica de juros, pela manutenção dos postos de trabalho existentes e sua ampliação, por ambientes de trabalho saudáveis, por máquinas protegidas, pela valorização dos salários, aposentadorias e pensões, e pelo estrito cumprimento dos textos das Convenções Coletivas de Trabalho, entre outras demandas.

Marco Aurélio Serau Junior* - Através de uma simples ação previdenciária, onde o segurado da Previdência Social busca obter, por decisão do Poder Judiciário, sua tão sonhada aposentadoria, podemos encontrar breve resumo das alterações históricas vividas pelo País nas últimas décadas. Assistimos no mundo à chamada terceira revolução industrial, entendida como grande salto tecnológico ocorrido após os anos 1970-1980, verificando-se o incremento notável dos meios de comunicação e das tecnologias de informática. Esses fatores, que são a base da globalização, produziram profundas alterações no mercado de trabalho, propiciando intensa desindustrialização e crescimento do setor terciário da economia (comércio e serviços).